Tema: As Bibliotecas criam futuro partindo da herança cultural
Em 2009 celebraremos o 75º aniversário do Congresso da IFLA que aconteceu pela primeira vez em Roma em 1928 e que significou o primeiro encontro da Fundação Internacional de Associações de Bibliotecários (IFLA). O Congresso Mundial de Biblioteca e Informação volta mais uma vez à Itália, desta vez em Milão, de 23 a 27 de agosto de 2009 no Palácio de Congressos da cidade. Graças às bibliotecas, as civilizações têm conservado provas de suas atividades manuais, científicas, artísticas, literárias, musicais e religiosas. Sem dúvida, as bibliotecas conservam as bases e as origens do conhecimento humano. A transmissão do conhecimento tem mudado radicalmente hoje em dia: a diversidade de suportes tem aumentado significativamente, de modo que as bibliotecas têm que mudar sua função. A conservação e o acesso seguem sendo sua prioridade, ainda que de uma nova forma profissional e crítica para assegurar a qualidade de seus serviços. Deste modo as bibliotecas se mantêm em meio a tantas mudanças ocasionadas pela história e pela tecnologia, ajudando a trabalhar o futuro utilizando os recursos herdados do passado como é o patrimônio cultural. As tradições que remontam há séculos atrás criaram um contexto amplo e diversificado onde as bibliotecas medievais convivem com bibliotecas renascentistas e bibliotecas modernas, cujos serviços de qualidade promovem a leitura pública e a pesquisa de um modo eficaz. As bibliotecas mantêm o equilíbrio entre o passado e o presente e convertem suas raízes em elementos vitais para o futuro, preparando o caminho para o desenvolvimento da sociedade, uma melhor qualidade de vida e os contatos entre diversas civilizações e culturas do mundo todo.
Fonte: http://143.107.73.105/crescer/ver_eventos.php?id=117
Site do Evento: http://www.ifla.org/annual-conference/ifla75/
terça-feira, 18 de agosto de 2009
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Biblioteca do Conhecimento Online está acessível

A página de Internet da Biblioteca do Conhecimento Online passou a cumprir todas as directrizes do W3C - World Wide Web Consortium, no sentido de garantir a acessibilidade para pessoas com deficiência. O novo portal foi lançado pela Fundação para a Computação Científica Nacional e também oferece melhor usabilidade. "O portal da b-on junta-se, assim, ao restrito número de sítios na Internet com dimensão média ou elevada que satisfazem completamente as directrizes de acessibilidade do W3C", sublinha em comunicado a UMIC - Agência para a Sociedade do Conhecimento. A b-on é uma biblioteca científica acessível online que integra cerca de 17 mil títulos das principais publicações científicas internacionais, utilizada sobretudo pela comunidade científica e académica. Em 2008 foi usada para descarregar 5,2 milhões de documentos, uma utilização 60 por cento superior à registada no ano anterior, graças ao financiamento comunitário que apoiou o acesso às principais publicações científicas, acessíveis por esta via. A b-on nasceu em 2004. Sofreu profundas alterações em 2005 e desde então tem-se assumido como porta de acesso a documentação científica que já antes era acedida pelas entidades académicas e científicas, mas de forma independente.
domingo, 9 de agosto de 2009
Brasileiro não gosta de ler?: crônica de Lya Luft

A meninada precisa ser seduzida. Ler pode ser divertido e interessante, pode entusiasmar, distrair e dar prazer
Lya Luft
Não é a primeira vez que falo nesse assunto, o da quantidade assustadora de analfabetos deste nosso Brasil. Não sei bem a cifra oficial, e não acredito muito em cifras oficiais. Primeiro, precisa ser esclarecida a questão do que é analfabetismo. E, para mim, alfabetizado não é quem assina o nome, talvez embaixo de um documento, mas quem assina um documento que conseguiu ler e... entender. A imensa maioria dos ditos meramente alfabetizados não está nessa lista, portanto são analfabetos – um dado melancólico para qualquer país civilizado. Nem sempre um povo leitor interessa a um governo (falo de algum país ficcional), pois quem lê é informado, e vai votar com relativa lucidez. Ler e escrever faz parte de ser gente.Sempre fui de muito ler, não por virtude, mas porque em nossa casa livro era um objeto cotidiano, como o pão e o leite. Lembro de minhas avós de livro na mão quando não estavam lidando na casa. Minha cama de menina e mocinha era embutida em prateleiras. Criança insone, meu conforto nas noites intermináveis era acender o abajur, estender a mão, e ali estavam os meus amigos. Algumas vezes acordei minha mãe esquecendo a hora e dando risadas com a boneca Emília, de Monteiro Lobato, meu ídolo em criança: fazia mil artes e todo mundo achava graça.E a escola não conseguiu estragar esse meu amor pelas histórias e pelas palavras. Digo isso com um pouco de ironia, mas sem nenhuma depreciação ao excelente colégio onde estudei, quando criança e adolescente, que muito me preparou para o mundo maior que eu conheceria saindo de minha cidadezinha aos 18 anos. Falo da impropriedade, que talvez exista até hoje (e que não era culpa das escolas, mas dos programas educacionais), de fazer adolescentes ler os clássicos brasileiros, os românticos, seja o que for, quando eles ainda nem têm o prazer da leitura. Qualquer menino ou menina se assusta ao ler Macedo, Alencar e outros: vai achar enfadonho, não vai entender, não vai se entusiasmar. Para mim esses programas cometem um pecado básico e fatal, afastando da leitura estudantes ainda imaturos.Como ler é um hábito raro entre nós, e a meninada chega ao colégio achando livro uma coisa quase esquisita, e leitura uma chatice, talvez ela precise ser seduzida: percebendo que ler pode ser divertido, interessante, pode entusiasmar, distrair, dar prazer. Eu sugiro crônicas, pois temos grandes cronistas no Brasil, a começar por Rubem Braga e Paulo Mendes Campos, além dos vivos como Verissimo e outros tantos. Além disso, cada um deve descobrir o que gosta de ler, e vai gostar, talvez, pela vida afora. Não é preciso que todos amem os clássicos nem apreciem romance ou poesia. Há quem goste de ler sobre esportes, explorações, viagens, astronáutica ou astronomia, história, artes, computação, seja o que for.O que é preciso é ler. Revista serve, jornal é ótimo, qualquer coisa que nos faça exercitar esse órgão tão esquecido: o cérebro. Lendo a gente aprende até sem sentir, cresce, fica mais poderoso e mais forte como indivíduo, mais integrado no mundo, mais curioso, mais ligado. Mas para isso é preciso, primeiro, alfabetizar-se, e não só lá pelo ensino médio, como ainda ocorre. Os primeiros anos são fundamentais não apenas por serem os primeiros, mas por construírem a base do que seremos, faremos e aprenderemos depois. Ali nasce a atitude em relação ao nosso lugar no mundo, escolhas pessoais e profissionais, pela vida afora. Por isso, esses primeiros anos, em que se aprende a ler e a escrever, deviam ser estimulantes, firmes, fortes e eficientes (não perversamente severos). Já se faz um grande trabalho de leitura em muitas escolas. Mas, naquelas em que com 9 ou 10 anos o aluno ainda não usa com naturalidade a língua materna, pouco se pode esperar. E não há como se queixar depois, com a eterna reclamação de que brasileiro não gosta de ler: essa porta nem lhe foi aberta.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
CONAE terá presença de 4 mil pessoas e já mobiliza Estados

A data de realização da 1ª Conferência Nacional de Educação (CONAE) mudou. A conferência foi adiantada em um mês e ocorrerá de 28 de março a 1º de abril de 2010. O anúncio foi feito pelo secretário executivo adjunto do Ministério da Educação, Francisco das Chagas, no dia 30 de julho de 2009, durante encontro com os coordenadores e técnicos das comissões estaduais preparatórias do evento, em Brasília. Cerca de 100 coordenadores estiveram na capital federal para compartilhar experiências de realização das etapas municipais e intermunicipais da Conferência, discutir a preparação das conferências estaduais – que precedem a CONAE e devem ocorrer até novembro – e dos desafios para a realização do encontro nacional.
De acordo com Chagas, a antecipação da data da CONAE se deve a fatores logísticos. “Como estamos esperando receber 4 mil pessoas, tivemos de adaptar o calendário às opções de espaços disponíveis para abrigar tanta gente”, explicou aos coordenadores.
O tema central da CONAE será o sistema nacional articulado de educação. Para o secretário adjunto, as conferências locais são importantes para dar consistência ao debate do ano que vem. “A mobilização dos estados e dos municípios com as conferências municipais e intermunicipais é importante porque significa que a base do sistema educacional já está discutindo os temas da conferência”, afirmou.
Mais informações: clique aqui.
sexta-feira, 24 de julho de 2009
CONVITE - Fórum Gaúcho pela Melhoria das Bibliotecas Escolares

C O N V I T E
O FÓRUM GAÚCHO PELA MELHORIA DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES tem a honra de convidar Vossa Senhoria para a REUNIÃO MENSAL, a ser realizada no dia 04/09/2009, às 14h, no Auditório do FACULDADE DE BIBLIOTECONOMIA E COMUNICAÇÃO – Rua Ramiro Barcelos, nº 2705 em Porto Alegre, com a seguinte programação:
III ENCONTRO PELA MELHORIA DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES
III ENCONTRO PELA MELHORIA DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES
14h - ABERTURA E AÇÕES DO FÓRUM
Presidente do Conselho Federal de Biblioteconomia - Nêmora Arlindo Rodrigues
Presidente do CRB-10 - Débora Dornsbach Soares
Direção da FABICO - Vice -Diretora e Prof. Regina Helena Van Der Laan
Câmara Municipal de POA -Vereadora Fernanda Melchionna e Silva–Frente Parlamentar de Bibliotecas Escolares
Comissão de Educação e Cultura – CRB – 10 - Loiva Teresinha Serafini – AnaGriebler e Sonia Zanotto
14h 30min –Sistema Municipal de organização de biblioteca escolares de Novo Hamburgo -Prof. Leandro Lemos Prado
RELATO DE EXPERIÊNCIAS – BOAS PRÁTICAS EM BIBLIOTECAS ESCOLARES- PROJETOS DE ORGANIZAÇÃO E DINAMIZAÇÃO DE BIBLIOTECAS ESCOLARES.
15h15min - WEB 2.0 em Bibliotecas Escolares
A Web 2.0 veio revolucionar a forma como lidamos com a Internet. O mundo da informação deixou de ser estático e fechado sobre si mesmo, para passar a ser dinâmico e colaborativo, dispondo-se a ir ao encontro dos interesses do utilizador. De mero espectador, o utilizador passou a controlar o conteúdo, a forma como a ele acede e como estrutura a informação disponível. Num universo em constante mutação, é responsabilidade do bibliotecário, enquanto profissional da informação, adaptar-se à evolução da tecnologia e dela tirar o melhor partido. Nesse sentido, o objetivo desta palestra é dar a conhecer o vasto leque de serviços, ferramentas e softwares da Web 2.0 na área das bibliotecas escolares, salientando o que estas ferramentas podem trazer para o serviço e para os utilizadores.
Professoras Eliane Moro e Lizandra Estabel do Curso de Especialização em Bibliotecas Escolares e Acessibilidade- FABICO/UFRGS.
A Web 2.0 veio revolucionar a forma como lidamos com a Internet. O mundo da informação deixou de ser estático e fechado sobre si mesmo, para passar a ser dinâmico e colaborativo, dispondo-se a ir ao encontro dos interesses do utilizador. De mero espectador, o utilizador passou a controlar o conteúdo, a forma como a ele acede e como estrutura a informação disponível. Num universo em constante mutação, é responsabilidade do bibliotecário, enquanto profissional da informação, adaptar-se à evolução da tecnologia e dela tirar o melhor partido. Nesse sentido, o objetivo desta palestra é dar a conhecer o vasto leque de serviços, ferramentas e softwares da Web 2.0 na área das bibliotecas escolares, salientando o que estas ferramentas podem trazer para o serviço e para os utilizadores.
Professoras Eliane Moro e Lizandra Estabel do Curso de Especialização em Bibliotecas Escolares e Acessibilidade- FABICO/UFRGS.
16h15 min - Sistema Municipal de organização de biblioteca escolares de Lindolfo Collor - Márcia Tatina Dieter - Diretora da Cultura e TurismoRELATO DE EXPERIÊNCIAS – BOAS PRÁTICAS EM BIBLIOTECAS ESCOLARES- PROJETOS DE ORGANIZAÇÃO E DINAMIZAÇÃO DE BIBLIOTECAS ESCOLARES.
INSCRIÇÃO GRATUITA / Vagas limitadas – 150 lugares
Informação – inscrição – com Denise e Beatriz – http://crb10.isishome.net/bib-e
Fones: 51 3232-2880 ou 51 3232-2856 fiscaletica@terra.com.br ou crb10@terra.com.br – Horário de atendimento- 9h as 18h.
Data: 04 de setembro de 2009 – 14h às 18h
Local: Auditório da FABICO – Térreo – Rua Ramiro Barcelos, nº 2705 Porto Alegre – RS
VENHA, NÓS TE CONVIDAMOS, SEJA VOCÊ TAMBÉM UM PARCEIRO DESTAIDEIA E INTEGRE O NOSSO FÓRUM
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Enade: alunos de cursos a distância têm as mesmas notas que os de Ensino Superior presencial

Educação 19/07/2009 20h26min
Graduação é uma das que mais crescem no país, chegando a cerca de 760 mil matriculados
Alunos que cursaram educação a distância tiraram as mesmas notas no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) quando comparados aos que fizeram cursos de ensino superior presenciais.
Ainda visto com desconfiança por alguns sob o argumento de que a qualidade seria comprometida, o ensino a distância é um dos que mais crescem no país, chegando a cerca de 760 mil alunos matriculados na graduação. A discordância com relação à criação de um curso não presencial foi uma das razões da greve na Universidade de São Paulo (USP), que terminou neste mês. O curso foi adiado.
Um estudo analisou pela primeira vez formandos com características semelhantes — idade, renda, estado civil, se trabalha ou não, se estuda em instituição pública ou não — das duas modalidades de ensino.
A pesquisa, feita pelo Instituto Nacional de Pesquisas e Estudos Educacionais (Inep), do Ministério da Educação (MEC), é considerada importante por especialistas por causa da comparação entre alunos com o mesmo perfil, já que as variáveis podem interferir no desempenho.
Estudo anterior do próprio Inep havia apenas analisado médias gerais dos dois grupos.
— O perfil de alunos de educação a distância, em geral, é diferente do presencial. Eles são mais velhos, trabalham — diz um dos autores do estudo, Thiago Leitão.
O ensino é feito por meio de tecnologias de informação e comunicação, principalmente a internet. As provas devem ser presenciais e há encontros periódicos com professores. As bases legais para a educação a distância estão na Lei de Diretrizes e Bases, de 1996.
O estudo analisou os únicos quatro cursos a distância em que a quantidade de formandos pode ser comparada às suas versões presenciais: Administração, Matemática, Pedagogia e Serviço Social. Juntos, tinham 288 mil alunos em 2007, 78% do total de alunos naquele ano — ainda não há dados por curso de 2008.
Foram usadas notas do Enade (exame que substituiu o Provão) de 2005, 2006 e 2007. Os resultados da prova de 2008 ainda não saíram. Os técnicos do Inep compararam primeiro as notas médias no Enade de todos os alunos dos dois grupos.
Os estudantes de educação a distância tiveram, em geral, 6,7 pontos a mais do que os de cursos presenciais. Na análise de alunos com o mesmo perfil, a diferença na nota foi de 0,23 (a favor da presencial), considerado estatisticamente igual a zero.
Ainda visto com desconfiança por alguns sob o argumento de que a qualidade seria comprometida, o ensino a distância é um dos que mais crescem no país, chegando a cerca de 760 mil alunos matriculados na graduação. A discordância com relação à criação de um curso não presencial foi uma das razões da greve na Universidade de São Paulo (USP), que terminou neste mês. O curso foi adiado.
Um estudo analisou pela primeira vez formandos com características semelhantes — idade, renda, estado civil, se trabalha ou não, se estuda em instituição pública ou não — das duas modalidades de ensino.
A pesquisa, feita pelo Instituto Nacional de Pesquisas e Estudos Educacionais (Inep), do Ministério da Educação (MEC), é considerada importante por especialistas por causa da comparação entre alunos com o mesmo perfil, já que as variáveis podem interferir no desempenho.
Estudo anterior do próprio Inep havia apenas analisado médias gerais dos dois grupos.
— O perfil de alunos de educação a distância, em geral, é diferente do presencial. Eles são mais velhos, trabalham — diz um dos autores do estudo, Thiago Leitão.
O ensino é feito por meio de tecnologias de informação e comunicação, principalmente a internet. As provas devem ser presenciais e há encontros periódicos com professores. As bases legais para a educação a distância estão na Lei de Diretrizes e Bases, de 1996.
O estudo analisou os únicos quatro cursos a distância em que a quantidade de formandos pode ser comparada às suas versões presenciais: Administração, Matemática, Pedagogia e Serviço Social. Juntos, tinham 288 mil alunos em 2007, 78% do total de alunos naquele ano — ainda não há dados por curso de 2008.
Foram usadas notas do Enade (exame que substituiu o Provão) de 2005, 2006 e 2007. Os resultados da prova de 2008 ainda não saíram. Os técnicos do Inep compararam primeiro as notas médias no Enade de todos os alunos dos dois grupos.
Os estudantes de educação a distância tiveram, em geral, 6,7 pontos a mais do que os de cursos presenciais. Na análise de alunos com o mesmo perfil, a diferença na nota foi de 0,23 (a favor da presencial), considerado estatisticamente igual a zero.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Comissão aprova exigência de universalização de biblioteca escolar

Substitutivo também prevê bibliotecário com formação superior e acesso à internet nas bibliotecas. Proposta segue para a CCJ.
A Comissão de Educação e Cultura aprovou na quarta-feira (15) proposta que exige a instalação de bibliotecas em todas as escolas públicas de educação básica e a presença de bibliotecários com formação de nível superior nessas bibliotecas. O texto também determina que o acervo desses locais seja permanentemente atualizado e mantido em local próprio, atraente e acessível, com disponibilidade de acesso à internet.As medidas estão previstas no substitutivo do deputado Alex Canziani (PTB-PR) aos projetos de Lei 3044/08, do deputado Sandes Júnior (PP-GO); e 4536/08, do deputado Marcelo Almeida (PMDB-PR).O substitutivo também estabelece que cada sistema de ensino, de acordo com as condições disponíveis e com as características locais, terá a prerrogativa de organizar o trabalho dos bibliotecários, admitido o atendimento a mais de uma biblioteca escolar por um mesmo profissional. Segundo o texto, os sistemas de ensino da União, dos estados e dos municípios deverão garantir capacitação específica aos bibliotecários para atuar como mediadores entre os alunos e a leitura, de modo a contribuir para a formação efetiva de leitores. A proposta define um prazo de cinco anos para implementação das medidas previstas.O substitutivo altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB - Lei 9.394/96).
Qualidade da educação: Alex Canziani disse que os projetos vêm em socorro da qualidade da educação brasileira. "O mau desempenho dos nossos alunos, no que diz respeito às habilidades de leitura e de interpretação do texto escrito, tem sido amplamente denunciado pelos resultados de avaliações oficiais", afirma. Entre essas avaliações, ele cita o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA).
Mais informações acesse: http://www2.camara.gov.br/internet/homeagencia/materias.html?pk=137679&pesq=bibliotecário
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