Convite para Audiência Pública sobre “Plano Municipal do Livro e da Leitura” terça-feira, 29 de junho de 2010
Audiência Pública sobre “Plano Municipal do Livro e da Leitura”
Convite para Audiência Pública sobre “Plano Municipal do Livro e da Leitura” terça-feira, 22 de junho de 2010
LEI Nº 12.266, DE 21 DE JUNHO DE 2010: Institui o Dia Nacional do Sistema Braille
Ontem, 21 de junho de 2010 foi instituído o Dia Nacional do Sistema Braille. Este dia é dedicado para (re)pensar a inclusão, promover a acessibilidade e lutar pelo acesso e uso da informação pelas pessoas com limitação visual.A seguir, a lei:
LEI Nº 12.266, DE 21 DE JUNHO DE 2010.
Institui o Dia Nacional do Sistema Braille.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1o É instituído o Dia Nacional do Sistema Braille, a ser celebrado, anualmente, em 8 de abril.
Art. 2o No Dia Nacional do Sistema Braille, as entidades públicas e privadas realizarão eventos destinados a reverenciar a memória de Louis Braille, divulgando e destacando a importância do seu sistema na educação, habilitação, reabilitação e profissionalização da pessoa cega, por meio de ações que:
I – fortaleçam o debate social acerca dos direitos da pessoa cega e a sua plena integração na sociedade;
II – promovam a inserção da pessoa cega no mercado de trabalho;
III – difundam orientações sobre a prevenção da cegueira;
IV – difundam informações sobre a acessibilidade material, à informação e à comunicação, pela aplicação de novas tecnologias;
V – incentivem a produção de textos em Braille;
VI – promovam a capacitação de profissionais para atuarem na educação, habilitação e reabilitação da pessoa cega, bem como na editoração de textos em Braille.
Art. 3o Esta Lei entra em vigor na data da sua publicação.
Brasília, 21 de junho de 2010; 189o da Independência e 122o da República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Fernando Haddad
José Gomes Temporão
Paulo de Tarso Vannuchi
Sobre Louis Braille, acesse: http://www.bengalalegal.com/louis.php
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Escritor: Morte de Saramago é perda para Brasil e Portugal
Por Ana Cláudia Barros"A literatura portuguesa perde seu maior escritor contemporâneo". A declaração, carregada de consternação, é do imortal Murilo Melo Filho, sexto ocupante da cadeira número 20 da Academia Brasileira de Letras, ao comentar a morte do escritor português José Saramago, na manhã desta sexta-feira (18).
Melo, que conheceu Saramago pessoalmente durante viagem do escritor lusitano ao Rio de Janeiro, lembra que o autor de "Ensaio sobre a cegueira" era um homem "bem concatenado, com a cabeça colocada em um plano de muita organização".
Com indisfarçável saudosismo, ele relembra ainda a ligação de Saramago com a ABL.
- Ele chegou a ser eleito sócio correspondente da nossa academia em Lisboa. Recebeu a comunicação da eleição e respondeu agradecendo e aceitando. Foi convidado porque tinha acabado de receber o Prêmio Nobel de Literatura de 1998. Pode-se dizer que, depois de Camões, foi o maior nome da literatura portuguesa.
Para Melo, a morte do escritor, que estava com 87 anos, foi "uma perda irreparável para a cultura brasileira e portuguesa".
Trajetória literária
José Saramago iniciou sua carreira literária no final da década de 40, com a publicação do romance Terra do Pecado. É autor de obras, como O Ano da Morte de Ricardo Reis (1984), A Jangada de Pedra (1986), Ensaio sobre a Cegueira (1995), Todos os Nomes (1997), e O Homem Duplicado (2002).
Ainda sobre Saramago....
por Martha Medeiros
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Estou triste e ao mesmo tempo feliz por ter tido oportunidade de conhecer alguma coisa da sua obra. Me sinto grata. Ele me ofertou, e aos milhares que admiravam sua literatura, momentos de um prazer íntimo e enriquecedor. Que bom que os livros ficam.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Instalada a Frente Parlamentar Gaúcha de Incentivo à Leitura

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| Escrito por Jose Bonamigo |
| Qui, 17 de Junho de 2010 00:17 |
| O início da tarde desta quarta-feira (16) foi marcado pela instalação da Frente Parlamentar Gaúcha de Incentivo à Leitura, na Assembleia Legislativa. A iniciativa foi do deputado Miki Breier (PSB) e contou com a adesão de mais 31 parlamentares. A Frente Parlamentar é um organismo suprapartidário que se dispõe a criar espaços e mecanismos de motivação à sociedade para o importante hábito da leitura. Na ocasião, o deputado reafirmou que, como professor, sempre identificou o livro como um instrumento de desenvolvimento do ser humano.
Em sua fala, o presidente da Câmara do Livro, João Carneiro, a instalação Frente é um momento histórico para o Rio Grande do Sul. “Começamos esta batalha com a Câmara de Vereadores da Capital. Nosso objetivo é estender o acesso ao livro e a leitura a todos”, afirmou.
Conforme a vereadora de Porto Alegre, Fernanda Melchionna (PSOL), que coordena a Frente Parlamentar de Incentivo à Leitura da Capital, o direito à leitura tem que ser uma política de Estado, não de governo, para garantir sua permanência mesmo nas trocas de governo.
O deputado Miki Breier destacou a necessidade de criação de um programa de incentivo para baratear os livros. “Através da Frente Parlamentar Gaúcha, queremos tornar a Assembleia Legislativa parceira na promoção de seminários de discussão sobre o tema, de campanhas de doação de livros e a organização de mais feiras do livro pelo Estado”, afirmou.
Ele destacou que no Brasil a média de livros lidos por habitante ao ano é de 4,7, enquanto no RS é de 5,5 e no noroeste do Estado, onde realiza-se a Jornada de Literatura de Passo Fundo, o índice sobe para 6,5. Conforme o Indicador de Alfabetismo Funcional (INAF), divulgado em dezembro de 2009, 15% da população brasileira entre 15 e 24 anos é considerada analfabeta funcional, isto é, não consegue compreender textos curtos, e 2% são analfabetos absolutos. Miki destacou que “pior do que não saber ler, é saber ler e não exercitar a leitura”.
O deputado abordou a importância do hábito da leitura e a falta de medidas efetivas por parte dos legisladores em relação ao tema. “Há muito esforço quando se trata de buscar recursos para estradas e outras ações, mas não se vêem emendas no Orçamento para bibliotecas e formas de incentivo à leitura”, disse o parlamentar. O deputado concluiu seu discurso afirmando que a Frente Parlamentar quer fazer parte do exército de pessoas que divulga o quanto é importante a leitura para mudar a vida das pessoas.
Entre os presentes na solenidade de lançamento da Frente Parlamentar de Incentivo à Leitura estavam a representante do Conselho Regional de Biblioteconomia e coordenadora do Fórum Gaúcho de Bibliotecas, Loiva Serafini; a produtora da Câmara do Livro, Sônia Zanchetta; a representante da OAB, Carmelina Mazzardo; o secretário de Cultura de Cachoeirinha, Claiton Manfro; o diretor da Editora Sulina, Walter Gress; a coordenadora da Biblioteca da Assembleia Legislativa, Sônia Brambila; representantes da Secretaria de Educação de Porto Alegre; representantes da Escola do Legislativo, bibliotecárias e professores. |
terça-feira, 15 de junho de 2010
Organização de Bibliotecas Escolares - aspectos técnicos e legais (apresentação)
Coordenaram o evento a coordenadora da Biblioteca João Palma da Silva, Simone Maia, e a presidente do Conselho Regional de Biblioteconomia, Loiva Teresinha Serafini. A reunião teve participação de bibliotecários de bibliotecas públicas de Porto Alegre, Triunfo, São Jerônimo, Cachoeirinha, Esteio, São Leopoldo, Novo Hamburgo, Guaíba e Bento Gonçalves. A Secretaria Municipal de Educação foi representada pela secretária adjunta Marta Rufato. Ela afirmou que “a leitura melhora nossa forma de pensar e de agir”. Anunciou, ainda, que o novo plano de carreira do magistério municipal cria a função de bibliotecário, que será desempenhada por profissionais selecionados em concurso público.
PAINÉIS
O secretário de Cultura de Canoas, Jeferson Assumção, relatou a experiência de Canoas com a leitura em rede municipal, assegurando que a leitura é a parte central da política cultural do município, onde já funcionam dois pontos de leitura, nos bairros Guajuviras e Niterói. Ele também distribuiu aos presentes o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), que considera um “pacto entre governo e sociedade para fazer do Brasil um país de leitores”. Acrescentou que a cultura do país é muito rica em sua diversidade, mas pobre na dimensão escrita, pois 10% da população ainda são analfabetos.
Organização de bibliotecas escolares - aspectos técnicos e legais foi abordado pelas professoras doutoras do IFRS e da FABICO/UFRGS Lizandra Estabel e Eliane Moro. Elas destacaram a importância das bibliotecas públicas e escolares atenderem as necessidades dos usuários e não criar “cadeados invisíveis”, em nome da organização e dos regulamentos.
Loiva expôs a atuação do CRB-10 pela melhoria das bibliotecas escolares. Também relatou experiências sobre sistema de bibliotecas escolares em Novo Hamburgo representado pelo professor Leandro Lemes do Prado. O bibliotecário Ricardo Maus Affonso abordou cultura e educação na Biblioteca Pública de São Leopoldo.
Informações: Eloá da Rosa
Link: www.ufrgs.br/leia/forum_CANOAS.pps
terça-feira, 8 de junho de 2010
CANOAS/RS - Fórum Gaúcho pela Melhoria das Bibliotecas Escolares

14:30 - PAINEL I - Leitura em Rede Municipal - a integração das Bibliotecas de Acesso - Bibliotecas Escolares, Bibliotecas Públicas, Comunitárias e Pontos de Leitura - Experiência de Canoas
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Lei prevê que bibliotecas de escolas sejam administradas por profissionais
A lei publicada na semana passada no Diário Oficial da União que obriga todas as escolas públicas e privadas a terem uma biblioteca também estabelece que o espaço deverá ser administrado por profissionais da área. Para a presidente do Conselho Federal de Biblioteconomia (CFB), Nêmora Rodrigues, esse detalhe faz toda a diferença porque sem a organização adequada a biblioteca fica subutilizada.Segundo o Censo Escolar de 2009, 28,2% das escolas públicas do país contam com bibliotecas, atendendo a 53% das matrículas da educação básica. “Nós tivemos muito trabalho para aprovar uma lei que deveria ser o óbvio: todas as bibliotecas deveriam ser aparelhadas e contar com profissionais habilitados”, ressalta Nêmora.
Mesmo que a escola conte com o equipamento, é preciso profissionais capacitados para que o espaço não se transforme em um mero “depósito de livros”. “O profissional da área vai prestar serviços tanto na questão da organização de acervos quanto na promoção das atividades que atraiam os alunos para utilizar a biblioteca para ampliar os conhecimentos de sala de aula. Também é um ponto importante de acesso de informação para professores e a comunidade”, defende a presidente da entidade.
A lei estabelece que toda escola tenha um acervo de livros de pelo menos um título por aluno matriculado. O prazo para instalar as bibliotecas é de dez anos.
Fonte: http://crb8sp.blogspot.com/
