O Grupo de Pesquisa LEIA em breve realizará um novo Projeto:
Aguarde!
sábado, 31 de agosto de 2013
sexta-feira, 21 de junho de 2013
BIBLIOTECAS MUDAM VIDAS
BIBLIOTECAS MUDAM VIDAS
Declaração para o Direito das
Bibliotecas
Conferência Anual da ALA, Chicago, dois
de Julho de 2013.
No espírito da
Declaração de Independência dos
Estados Unidos e da Declaração Universal
dos Direitos Humanos, acreditamos que as
bibliotecas são essenciais para uma
sociedade democrática. Todos os dias, em inúmeras comunidades em todo o nosso país e do mundo, milhões de
crianças, estudantes e adultos utilizam as
bibliotecas para aprender, crescer
e alcançar os seus sonhos. Além
de uma vasta gama de livros,
computadores e outros recursos, os
usuários da biblioteca se beneficiam do ensino especializado e orientação provida por bibliotecários e funcionários da biblioteca para ajudar a expandir as suas mentes e abrir novos mundos.
Nós declaramos e afirmamos
nosso direito à qualidade nas bibliotecas públicas, escolares, universitárias e em especial,
exortá-lo para mostrar com urgência o seu
apoio ao assinar seu nome nesta Declaração
pelo Direito das Bibliotecas.
1)
Bibliotecas capacitam o individuo
Se o desenvolvimento de habilidades para ter sucesso na escola, na procura de emprego, explorando possíveis
carreiras, ter um bebê, ou planejando a aposentadoria, as
pessoas de todas as idades se voltam
para as bibliotecas para obter
instrução, apoio e acesso a computadores
e outros recursos para ajudá-los a
levar uma vida melhor.
2)
Bibliotecas apoiam a alfabetização e aprendizagem ao longo da vida.
Muitas crianças e adultos
aprendem a ler na escola e nas bibliotecas públicas por meio da hora do conto, projetos de pesquisa, leitura de verão, aulas e outras oportunidades.
Outras pessoas vão à biblioteca para aprender
as habilidades da tecnologia e
das informações que poderão ajudá-los a
responderem às suas dúvidas, descobrirem novos interesses, e compartilharem as suas ideias
com outros indivíduos.
3)
Bibliotecas fortalecem as famílias
As famílias encontram
um ambiente confortável, espaço
acolhedor e uma riqueza de recursos
para ajudá-las a aprender,
crescer e brincar juntas.
4)
Bibliotecas é o grande equalizador
As bibliotecas servem pessoas
de qualquer idade, nível de escolaridade, nível de
renda, etnia e capacidade física. Para
muitas pessoas, as bibliotecas oferecem recursos que de outra forma, não poderiam
ter condições de obtê-los – recursos que
eles precisam para viver, aprender,
trabalhar e governar.
5)
Bibliotecas constroem comunidades
As bibliotecas unem as pessoas,
tanto pessoalmente como online, para conversas e
para aprender e ajudar uns aos outros.
As bibliotecas fornecem apoio para idosos, imigrantes e outras pessoas com necessidades especiais.
6)
Bibliotecas protegem nosso direito de conhecer
O nosso direito de ler,
buscar informações, e falar livremente
não deve ser tomado como garantido.
As bibliotecas e os bibliotecários
defendem ativamente esta liberdade mais básica garantida
pela Primeira Emenda.
7)
Bibliotecas fortalecem nossa nação
O bem estar econômico e a boa administração da nossa nação dependem
de pessoas que são alfabetizadas
e bem informadas. As bibliotecas escolares, públicas,
universitárias e especializadas apoiam esse direito básico.
8)
Bibliotecas promovem o avanço da pesquisa e da erudição
O conhecimento cresce do
conhecimento. Seja para fazer um trabalho escolar, buscando uma cura para o
câncer, buscando um grau acadêmico, ou o desenvolvimento de um motor com combustível mais eficiente, os acadêmicos e pesquisadores de todas as idades dependem do conhecimento e da experiência
que as bibliotecas e os bibliotecários
oferecem.
9)
Bibliotecas nos ajudam a entender os outros
As pessoas de todas as esferas
da vida se reúnem em bibliotecas para discutir questões de interesse comum. As bibliotecas oferecem programas, acervos e espaços de reunião para nos ajudar a compartilhar e aprender com as nossas diferenças.
10)
Bibliotecas preservam a herança cultural da nação
O passado é a chave para
o nosso futuro. As bibliotecas coletam, digitalizam e
preservam documentos históricos originais
e únicos que nos ajudam a entender
melhor o nosso passado, presente
e futuro.
---------
Nota:
documento a ser divulgado pela American Library Association (ALA), em 2 de
julho de 2013, por ocasião da sua Conferência Anual a ser realizada em Chicago
(Illinois, US).
Murilo Cunha
Murilo Cunha
terça-feira, 11 de junho de 2013
terça-feira, 21 de maio de 2013
Conheça Sérgio Florindo, deficiente visual e frequentador da Biblioteca de São Paulo
"O mundo do deficiente visual é o mundo das ideias e do pensamento e é
por essa razão que o livro traz o movimento para esse mundo", afirma
Sérgio Florindo, 52 anos, deficiente visual e frequentador da Biblioteca
de São Paulo.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Falta de incentivo da leitura no Brasil e o analfabetismo funcional
Falta de incentivo da leitura no Brasil, o analfabetismo funcional e a Lei da Biblioteca Escolar - Lei 12244/10
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
3ª Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência
A presidente afirmou que seu governo procura promover a efetiva participação da sociedade nas discussões. "A participação popular é para isso. É para conferir se está tudo nos conformes".
Dilma afirmou ainda que "um país que não dá oportunidades iguais a pessoas com deficiência não é um país nem civilizado nem desenvolvido".
"As pessoas com deficiência têm um extraordinário potencial. Precisamos nos preparar para oferecer oportunidades iguais a todos os nossos cidadãos, e para lidar cada vez mais com a diversidade, saber conviver com o diverso, até porque o nosso país é um país baseado na diversidade", disse durante o evento.
A presidente destacou ações do programa do governo federal Viver sem Limites. Lançado há quase um ano, o plano visa investir R$ 7,6 bilhões nas áreas de saúde, educação, acessibilidade e trabalho a pessoas com deficiência, segundo informou a presidente.
"Nós sabemos que as pessoas são diferentes umas das outras, mas as oportunidades têm que ser as mesmas. E para se ter oportunidades, as condições têm que estar adequadas", afirmou.
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Dialogando com a Escuridão
Quando
eu era um menino, lá em Mostardas, tinha um senhor cego que era
padeiro. Sempre que eu ia à escola, enxergava-o indo para a padaria em
seu diário cotidiano
de quem labuta. Aquilo angustiava demais, transmitindo-me um grande
medo. Como era possível alguém conviver na escuridão, sem enxergar nada?
Tinha uma lenda popular por lá que dizia que as borboletas soltavam um
pó causador da cegueira. Era eu ver uma borboleta
para sair correndo pois ser cego era o fim de tudo.
Bom,
o tempo passou e estou hoje na vice-presidência do Conselho Estadual
dos Direitos da Pessoa com Deficiência, tendo como parceiro de gestão
justamente um cego.
O Roberto Oliveira, como todos aqueles que têm deficiência, me ensina
todo dia.
Quantos medos cultivamos em nossa infância e permanecem por toda nossa vida pela falta de oportunidade de enfrentá-los?
Nas
ultimas semanas por diferentes problemas, tenho convivido com a falta
de luz elétrica. Dizem que é carma de viamonense. Quem me conhece, sabe
meu nível de distração.
Já esqueci terno em hotel, notebook em auditório e carteira com todo o
salário em caixa eletrônico. Sem falar em chaleira no fogo todo dia ou
ferro na tomada. Isto me impede de acender velas quando falta luz pois
me conheço o suficiente.
Por
alguns dias, fiquei dialogando com a escuridão. E, por incrível que
pareça, aprendi com ela. Acostumamos a estar confinados em luzes e
equipamentos eletrônicos
e, às vezes, abandonamos lugares distantes das cavernas de nossa alma. E
a escuridão me desacelerou, onde pude perceber outras coisas, como
reencontrar medos, desejos e amores estranhos. Aquilo que na infância
foi objeto de temor profundo, agora me ensina
a perceber o mundo com outras formas. Lembro-me da beleza da poesia de
Garcia Lorca, que destaca o poeta como um médium da Natureza-mãe que
explica sua grandeza por meio das palavras. No escuro, percebo a
magnitude da palavra que a claridade me impede de sentir.
Jorge Amaro de Souza Borges
Vice-presidente -
COEPEDE
Assessor
- FADERS
Assinar:
Postagens (Atom)





